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Deputados aprovam uso de chapéu na Alego

Desde o ano passado havia um requerimento na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) que vetava o uso de acessórios por parte de funcionários e visitantes da casa. O deputado Amauri Ribeiro, que tomou posse usando um chapéu de caubói, comemorou a aprovação de projeto que anula requerimento anterior.

O regimento interno da Alego, aprovado após a Resolução n° 1218, de 3 de julho de 2007, nunca havia proibido o uso de qualquer artigo de chapelaria, o texto dizia apenas que “o uso de paletó e gravata é obrigatório para Deputados, funcionários, jornalistas e visitantes que quiserem adentrar ao recinto do Plenário, durante o horário de realização de sessão”.

Em dezembro de 2018, a própria Casa Legislativa vetou a utilização de gorros, chapéus e bonés durante as sessões. Ontem (30), após votação, o projeto, de autoria do deputado Lucas Calil, foi aprovado para que a restrição criada no ano passado fosse vetada. Apenas o deputado Antônio Gomide se posicionou contra a medida.

“Acho que é irrelevante [usar ou não chapéu]. O que vale é o que a gente discute lá dentro”, afirmou Lucas Calil. O deputado Amauri Ribeiro, que faz questão de usar chapéu, tinha que tirar o acessório sempre que precisava falar em Plenário, depois conseguiu autorização da mesa diretora para utilizar, agora não há nada que o proíba.

“Eu represento o produtor rural, vou de botina e chapéu, da mesma forma que alguns militares já vieram de farda. Não vejo porque interferir nas minhas vestes, nem meus amigos me reconhecem sem chapéu”, explicou o deputado Amauri Ribeiro.

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