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O vai e vem dos Ministérios

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Presidente eleito já uniu Meio Ambiente e Agricultura e voltou atrás, já excluiu o Ministério do Trabalho e também mudou de ideia. Com relação à sua equipe de trabalho, Bolsonaro só manteve o “superministério” da Economia e a redução do número de ministérios, apenas 16 contra os 23 do governo Temer.

Ainda hoje (14) Bolsonaro deve anunciar os ministros das Relações Exteriores e do Meio Ambiente. Ontem, em entrevista após reunião no Tribunal Superior do Trabalho (TRT), ele disse que o nome do chanceler será do quadro do Itamaraty.

Com relação ao Ministério do Meio Ambiente Bolsonaro disse que tem dois nomes em mente, mas que pode aparecer um terceiro. “Nós estamos pegando alguém que realmente tenha vontade, iniciativa, para mudar muita coisa, ou alguma coisa, de modo que você destrave a questão ambiental”, completou.

Segundo a agenda do presidente eleito, hoje ele irá receber a visita de embaixadores do Chile, Emirados Árabes Unidos, França e Reino Unido e fará reunião com todos os governadores eleitos.

Veja como estão as pastas já definidas pelo presidente eleito:

  • Casa civil – fusão com a Secretaria de Governo: Onyx Lorenzoni
  • Economia – fusão com ministérios da Fazenda, Planejamento,Indústria e Comércio Exterior: Paulo Guedes
  • Gabinete de Segurança Institucional: General Heleno
  • Ciência e Tecnologia – cuidará também do Ensino Superior: Marcos Pontes
  • Justiça e Segurança: Sergio Moro
  • Agricultura: Tereza Cristina
  • Defesa: Fernando Azevedo e Silva

Os outros ministérios ainda sem comando definido serão: Educação, Cultura e Esporte, Meio Ambiente, Trabalho, Minas e Energia, Relações Exteriores, Integração Nacional (que deve se unir com Cidades e Turismo), Infraestrutura (fusão com transporte), Desenvolvimento Social (fusão com Direitos Humanos) e Saúde.

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